O que é Motion Graphics?

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De uma forma simples Motion Graphic pode ser definido como “design em movimento”, ou “grafismo em movimento”, isto é, qualquer intervenção de vídeo que acrescente movimento a formas, imagens, fotos, ilustrações e até letterings. No fundo, é animar design que era estático.

 

Motion Graphic é, atualmente, uma das maiores tendências em vídeo merecendo destaque por parte dos maiores e mais influentes estúdios de cinema, e de grandes empresas como o Airbnb, Uber ou Google. Apesar da recente importância e embora tenham existido breves incursões por parte de processos que poderão ser designados por Motion Graphic, é com Saul Bass, nos anos 50, que o termo começa a ser falado. O designer gráfico e cineasta assumiu um grande protagonismo pela revolução que instalou nas aberturas de produções cinematográficas ao animar elementos gráficos. Esta revolução permitiu olhar para formas e textos como “elementos animáveis” abrindo um baú de possibilidades de enorme potencial.

 

Até ao aparecimento dos computadores, Motion Graphic era extremamente caro e exigia grande investimento de tempo. As animações eram feitas frame by frame, um conjunto de imagens estáticas cuja sucessão rápida transmitia a ideia de movimento.

 

 

Esta técnica designada por stop-motion ainda é utilizada hoje, embora residualmente, sendo considerada mais como uma forma de arte, como é o caso do “Estranho Mundo de Jack” (a primeira longa-metragem feita totalmente em técnica de stop-motion), ou o mais recente “Os Monstros das Caixas”.

Com a proliferação de softwares de animação, a sua utilização ficou mais acessível. Desde então o Motion Graphic conhece novas potencialidades diariamente sempre sob o mote de dar movimento a conteúdos gráficos estáticos.

 

 

Motion Titles

Quando as bobinas do filme “O Homem com o braço de ouro” chegaram às salas de cinema traziam o aviso “abrir cortinas antes dos títulos” de forma a que fossem projetados em todas as sessões e não fossem ignorados. O genérico do filme já não era apenas uma “informação fria”, mas sim  uma parte integrada do mesmo. Saul Bass achava que o genérico tinha a capacidade de estabelecer o ambiente e estilo da história do filme e expressá-la metaforicamente potenciando, desde logo, uma maior relação emocional com ele.

 

 

2D animation

Este tipo de animação é o mais comum quando se pensa em Motion Graphic, e caracteriza-se pela introdução de movimento a imagens ou “formas planas” em 2D. Este tipo de vídeos é extremamente eficaz para apresentação de produtos, serviços, softwares e spots publicitários, por exemplo.

 

 

 

Motion Graphic 3D

A introdução de elementos 3D constituiu uma espetacular evolução no Motion Graphic, permitindo acrescentar profundidade de campo e, basicamente, torná-los numa “tela branca” na qual é possível criar a história e o mundo que a nossa imaginação é capaz de idealizar. No exemplo que se segue, a dinâmica e ritmo introduzida pelos elementos 3D e a quantidade de informação que é acrescentada, são demonstrativos das potencialidades deste tipo de vídeo.

 

 

2D e 3D em live motion

A introdução de ilustrações ou fotos animadas em vídeos de “imagem real” leva o Motion Graphic a um novo nível. Integrar elementos em 2D e 3D em vídeos com “atores” reais, abre as portas da imaginação e criatividade, podendo complementar a imagem real, reforçar aspetos que tornam a mensagem do vídeo muito mais clara, permitir que os “atores” interajam com elementos fantásticos e criar uma linguagem totalmente inovadora.

 

3D em live motion

 

 

Motion Graphic permite dar uma nova vida a apresentações, eventos, e ser incluído em websites, cinema ou televisão, pode ser feito o upload para redes sociais como Facebook, Twitter, Instagram ou YouTube ou ser anexado num e-mail.

 

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